O que despertamos nos outros?

A bioenergia ou fluído vital (Chi ou Ki na medicina oriental), é a energia primordial de tudo o que existe, é a energia imanente podendo ser sutil ou densa.
Essa energia flui dentro de nós e é a energia da vida.

Tudo é energia e tudo possui uma frequência e uma vibração.
Vibramos em certas frequências diariamente, baixa ou alta, de acordo com as nossas oscilações do pensamento, sentimentos e das emoções.

O  nosso  campo  energético (Aura)  aumenta  de  acordo  com  a nossa  saúde  física, mental, emocional ou espiritual.
Quando estamos em baixas vibrações como:
A Raiva, o ódio, o rancor, as mágoas, a tristeza, a inveja, o ciúme, a rejeição, a solidão, o baixo autoestima, o medo, o egoísmo e etc, acaba refletindo em nosso corpo físico e aos poucos materializando-se em forma de enfermidades (bloqueios dos Meridianos e Chakras).

Estamos sintonizados com o Universo e com as pessoas através da energia que  emanamos e recebemos, interligados como uma malha em um campo único.
Pela Lei da atração recebemos de volta tudo aquilo que emanamos, pensamos, sentimos e merecemos.

Somos responsáveis de como pensamos, sentimos, agimos e pela cocriação individual.
E também o que despertamos nos outros já que funcionamos emitindo sinais numa frequência e recebendo-as também (A troca energética, a compensação e a descompensação).

Despertar nos outros?
Sim, a interpretação ou impressão fica por conta de cada um pois o processo da sensibilidade, compreensão e despertar é individual.
Mas quem nunca se sentiu incomodado em um ambiente com certas pessoas?  Ou numa conversa? Ou numa situação?
Estamos conectados uns aos outros e somos afetados pelo campo energético positivo ou negativo em certo grau. (Ex.: Mal humor sem razão, acordar muito cansado sem motivos, etc.)

A utilização das palavras amorosas, de gratidão, solidário, um olhar mais acolhedor, sendo um bom ouvinte, de sorrisos e de postura respeitosa,  estaremos enviando sinais positivos ao Universo e ao próximo.
O Universo nos devolve de acordo com o que soltamos no ar.
É o magnetismo pessoal positivo nesse caso, a primeira impressão é a energética.

O mesmo acontece com as palavras negativas como a maledicência, a arrogância, a conversa mórbida, etc.
É aquele momento que o ambiente é “contaminado” através da propagação de ondas e nos sentimos mal..
Ou simplesmente o local vai se elevando por uma pessoa vibrando na luz com alegria, leveza e paz (Pessoa não tóxica) e nos sentimos bem.

Nos tornamos parecidos com as pessoas com que convivemos, semelhança atrai semelhança.
Aprendemos por repetições de padrões, podemos mudar a forma aos poucos como os hábitos e principalmente os pensamentos.

Então seria melhor tentarmos somar algo, um sorriso sincero, uma palavra edificante, um cumprimento de coração, uma conversa esclarecedora, momentos de sincronia, de reciprocidade, de sentimento elevado de querer o melhor ao nosso próximo, de construção positiva.

É o que podemos fazer entre muitas outras coisas para despertarmos luz e recebermos de volta.
Ao meu ver, imagino ser a nossa responsabilidade estarmos mais centrados e dessa forma tocarmos no coração dos outros sendo um exemplo de positividade mesmo com as nossas oscilações que é normal.
Ninguém consegue estar vibrando alto sempre, enfatizo que não é forçando nada. Se centrar primeiramente é para nós mesmo.

E quando a pessoa não despertou e é tóxica e narcista?

Cada  um tem o seu nível de  evolução,  porém nesse  caso é tomar  uma distância amorosa saudável mas sempre atento nos vigiando e ver até onde somos doadores de energia em excesso e até onde podemos nos aproximar auxiliando-a dentro do possível.
A circulação  energética e a defesa psíquica são  úteis, assim  como muitas  vezes o silêncio na meditação. Isso nos devolve sempre ao centro do equilíbrio.
Se sentirmos  muito descompensados  energeticamente,  corte a convivência mesmo temporariamente pois será vampirizado mais ainda (Bom, ou aumente a sua Luz conforme a necessidade. Mas imagino ser paliativo pois podemos acender a nossa luz e o buraco negro só a pessoa pode tampar com a própria luz)

Nessa Era de excesso de informação e de extrema velocidade, ao tocarmos o coração de cada um com a tarefa de  esclarecimento e amorosidade, mais juntaremos pessoas na direção da fraternidade rapidamente.

As ondas do bem propagando através de palavras, posturas, comportamentos e com um olhar mais amigo, de crescimento mútuo.
Pois a energia mais forte vem do coração, do chakra cardíaco!
Essa energia é o que salva, é o que cura, é do amor.

Então a reflexão:  O que despertamos nos outros?

Comecemos tendo mais respeito, mais humildade, sinceridade, simpatia, gratidão.
Comecemos nos centrando a cada dia, pois primeiramente devemos nos ajudar a curar-se para podermos distribuir melhor em qualidade e abundância.

Esse processo de autoconhecimento, auto avaliação, validação e iluminação é aos poucos. Dentro desse processo há a necessidade de compartilharmos e auxiliarmos ao próximo por retribuição ao Universo e para a continuidade da evolução consciencial, já que o processo é individual e intransferível porém não vivemos e crescemos sozinhos.

Tudo é energia!

Se refletirmos como desejamos o mundo numa próxima “visita”, que tipo de sociedade e pessoas encontrar, a importância de planejarmos desde já mudando a nossa energética será um passo dado já que tudo está interligado.

E tudo que fazemos hoje refletirá em algum momento, em alguém, em algum lugar, cocriando e se tornando realidade nossa. Pode demorar, pode não ser nessa vida, mas eu tenho a certeza que tudo nos retorna.

A piscosfera está densa, fruto dos pensamentos negativos do ser humano.

É a consequência ou resultado que a humanidade está colhendo, a colheita é obrigatória. Não existe querer colher milho se plantou batata.

Cada um faz parte de um todo.
Pensamento, sentimento e energia.. e as experiências.
Desconstruir e construir.
Semear e colher.
Vagalumes.
Partícula divina.
Ressonância.

O ser humano é capaz de formar um Sol energeticamente!
Com a minha luz e com a sua, com a nossa!
Nosso espírito, nossa alma, mutável e amável.
O que despertamos em nós e ao próximo?

 

Texto: Kazuho Suo
Apoio moral: Carla Soares
Revisão de texto: Fernanda Rena

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